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Taxa de fecundidade por estado: filhos por mulher desde 2000

Taxa de fecundidade por estado, de 2000 a 2023

Escolha a aba. Passe o mouse (ou toque) no mapa e nas linhas do ranking e nos pontos do gráfico. Laranja = pior posição relativa; verde = melhor; dourado = escala sem melhor ou pior.

Filhos por mulher em cada estado 2023

Taxa de fecundidade total: número médio de filhos que uma mulher teria ao fim da vida fértil.

2,26Mais filhos por mulher: Roraima
1,39Menos filhos por mulher: Rio de Janeiro
1,57Brasil
AC · 1,91 · 5º de 27AL · 1,79 · 8º de 27AP · 1,94 · 4º de 27AM · 1,96 · 3º de 27BA · 1,47 · 25º de 27CE · 1,51 · 20º de 27DF · 1,47 · 25º de 27ES · 1,72 · 11º de 27GO · 1,62 · 13º de 27MA · 1,68 · 12º de 27MT · 1,98 · 2º de 27MS · 1,85 · 7º de 27MG · 1,48 · 22º de 27PA · 1,73 · 9º de 27PB · 1,62 · 13º de 27PR · 1,59 · 16º de 27PE · 1,56 · 19º de 27PI · 1,61 · 15º de 27RJ · 1,39 · 27º de 27RN · 1,48 · 22º de 27RS · 1,51 · 20º de 27RO · 1,73 · 9º de 27RR · 2,26 · 1º de 27SC · 1,58 · 17º de 27SP · 1,48 · 22º de 27SE · 1,57 · 18º de 27TO · 1,87 · 6º de 27
menormaior
  1. 1ºRR2,26
  2. 2ºMT1,98
  3. 3ºAM1,96
  4. 4ºAP1,94
  5. 5ºAC1,91
  6. 6ºTO1,87
  7. 7ºMS1,85
  8. 8ºAL1,79
  9. 9ºRO1,73
  10. 9ºPA1,73
  11. 11ºES1,72
  12. 12ºMA1,68
  13. 13ºPB1,62
  14. 13ºGO1,62
  15. 15ºPI1,61
  16. 16ºPR1,59
  17. 17ºSC1,58
  18. 18ºSE1,57
  19. 19ºPE1,56
  20. 20ºCE1,51
  21. 20ºRS1,51
  22. 22ºRN1,48
  23. 22ºMG1,48
  24. 22ºSP1,48
  25. 25ºBA1,47
  26. 25ºDF1,47
  27. 27ºRJ1,39

Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024.

Filhos por mulher no Brasil desde 2000 2000 a 2023

Taxa de fecundidade total do Brasil, do estado com a maior taxa em 2023 e do estado com a menor.

1,57Brasil, 2023
2,32Brasil, 2000
2,10Nível de reposição
0,000,991,982,963,9520002003200620092012201520182021Brasil · 2000: 2,32Brasil · 2001: 2,15Brasil · 2002: 2,07Brasil · 2003: 2,02Brasil · 2004: 1,97Brasil · 2005: 1,95Brasil · 2006: 1,88Brasil · 2007: 1,82Brasil · 2008: 1,82Brasil · 2009: 1,77Brasil · 2010: 1,75Brasil · 2011: 1,77Brasil · 2012: 1,76Brasil · 2013: 1,75Brasil · 2014: 1,79Brasil · 2015: 1,82Brasil · 2016: 1,72Brasil · 2017: 1,76Brasil · 2018: 1,78Brasil · 2019: 1,73Brasil · 2020: 1,66Brasil · 2021: 1,64Brasil · 2022: 1,58Brasil · 2023: 1,57Roraima · 2000: 3,66Roraima · 2001: 3,45Roraima · 2002: 3,06Roraima · 2003: 3,33Roraima · 2004: 3,07Roraima · 2005: 2,95Roraima · 2006: 2,84Roraima · 2007: 2,71Roraima · 2008: 2,78Roraima · 2009: 2,58Roraima · 2010: 2,52Roraima · 2011: 2,50Roraima · 2012: 2,58Roraima · 2013: 2,56Roraima · 2014: 2,54Roraima · 2015: 2,51Roraima · 2016: 2,46Roraima · 2017: 2,46Roraima · 2018: 2,68Roraima · 2019: 2,80Roraima · 2020: 2,51Roraima · 2021: 2,49Roraima · 2022: 2,33Roraima · 2023: 2,26Rio de Janeiro · 2000: 1,97Rio de Janeiro · 2001: 1,82Rio de Janeiro · 2002: 1,73Rio de Janeiro · 2003: 1,72Rio de Janeiro · 2004: 1,70Rio de Janeiro · 2005: 1,64Rio de Janeiro · 2006: 1,60Rio de Janeiro · 2007: 1,59Rio de Janeiro · 2008: 1,57Rio de Janeiro · 2009: 1,57Rio de Janeiro · 2010: 1,57Rio de Janeiro · 2011: 1,61Rio de Janeiro · 2012: 1,63Rio de Janeiro · 2013: 1,64Rio de Janeiro · 2014: 1,71Rio de Janeiro · 2015: 1,75Rio de Janeiro · 2016: 1,62Rio de Janeiro · 2017: 1,66Rio de Janeiro · 2018: 1,65Rio de Janeiro · 2019: 1,58Rio de Janeiro · 2020: 1,52Rio de Janeiro · 2021: 1,46Rio de Janeiro · 2022: 1,40Rio de Janeiro · 2023: 1,39BrasilRoraimaRio de Janeiro

Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024. O nível de reposição de 2,1 filhos por mulher é a referência usada na demografia para a população se manter estável, sem considerar migração.

Filhos por mulher em cada região 2000 a 2023

Taxa de fecundidade total das cinco grandes regiões.

1,83Norte, 2023
3,15Norte, 2000
0,000,851,702,553,4020002003200620092012201520182021Norte · 2000: 3,15Norte · 2001: 2,98Norte · 2002: 2,82Norte · 2003: 2,76Norte · 2004: 2,62Norte · 2005: 2,61Norte · 2006: 2,55Norte · 2007: 2,45Norte · 2008: 2,43Norte · 2009: 2,33Norte · 2010: 2,22Norte · 2011: 2,23Norte · 2012: 2,16Norte · 2013: 2,16Norte · 2014: 2,18Norte · 2015: 2,16Norte · 2016: 2,04Norte · 2017: 2,05Norte · 2018: 2,09Norte · 2019: 2,04Norte · 2020: 1,96Norte · 2021: 2,00Norte · 2022: 1,87Norte · 2023: 1,83Nordeste · 2000: 2,62Nordeste · 2001: 2,41Nordeste · 2002: 2,32Nordeste · 2003: 2,27Nordeste · 2004: 2,16Nordeste · 2005: 2,16Nordeste · 2006: 2,06Nordeste · 2007: 1,99Nordeste · 2008: 1,97Nordeste · 2009: 1,90Nordeste · 2010: 1,84Nordeste · 2011: 1,85Nordeste · 2012: 1,80Nordeste · 2013: 1,76Nordeste · 2014: 1,78Nordeste · 2015: 1,83Nordeste · 2016: 1,71Nordeste · 2017: 1,75Nordeste · 2018: 1,81Nordeste · 2019: 1,75Nordeste · 2020: 1,68Nordeste · 2021: 1,68Nordeste · 2022: 1,57Nordeste · 2023: 1,56Sudeste · 2000: 2,06Sudeste · 2001: 1,91Sudeste · 2002: 1,83Sudeste · 2003: 1,79Sudeste · 2004: 1,77Sudeste · 2005: 1,73Sudeste · 2006: 1,68Sudeste · 2007: 1,64Sudeste · 2008: 1,64Sudeste · 2009: 1,62Sudeste · 2010: 1,62Sudeste · 2011: 1,65Sudeste · 2012: 1,66Sudeste · 2013: 1,65Sudeste · 2014: 1,71Sudeste · 2015: 1,74Sudeste · 2016: 1,64Sudeste · 2017: 1,68Sudeste · 2018: 1,68Sudeste · 2019: 1,63Sudeste · 2020: 1,57Sudeste · 2021: 1,51Sudeste · 2022: 1,48Sudeste · 2023: 1,48Sul · 2000: 2,11Sul · 2001: 1,91Sul · 2002: 1,85Sul · 2003: 1,75Sul · 2004: 1,78Sul · 2005: 1,76Sul · 2006: 1,69Sul · 2007: 1,61Sul · 2008: 1,63Sul · 2009: 1,60Sul · 2010: 1,61Sul · 2011: 1,64Sul · 2012: 1,65Sul · 2013: 1,68Sul · 2014: 1,72Sul · 2015: 1,76Sul · 2016: 1,69Sul · 2017: 1,72Sul · 2018: 1,71Sul · 2019: 1,67Sul · 2020: 1,62Sul · 2021: 1,57Sul · 2022: 1,56Sul · 2023: 1,56Centro-Oeste · 2000: 2,14Centro-Oeste · 2001: 2,05Centro-Oeste · 2002: 2,01Centro-Oeste · 2003: 1,99Centro-Oeste · 2004: 1,95Centro-Oeste · 2005: 1,95Centro-Oeste · 2006: 1,86Centro-Oeste · 2007: 1,77Centro-Oeste · 2008: 1,80Centro-Oeste · 2009: 1,76Centro-Oeste · 2010: 1,75Centro-Oeste · 2011: 1,79Centro-Oeste · 2012: 1,78Centro-Oeste · 2013: 1,81Centro-Oeste · 2014: 1,88Centro-Oeste · 2015: 1,90Centro-Oeste · 2016: 1,79Centro-Oeste · 2017: 1,85Centro-Oeste · 2018: 1,87Centro-Oeste · 2019: 1,83Centro-Oeste · 2020: 1,75Centro-Oeste · 2021: 1,73Centro-Oeste · 2022: 1,70Centro-Oeste · 2023: 1,71NorteNordesteSudesteSulCentro-Oeste

Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024.

Quanto a taxa caiu desde 2000 2000 a 2023

Diferença, em filhos por mulher, entre a taxa de 2000 e a de 2023 em cada estado.

2,07Maior queda: Acre
0,30Menor queda: Mato Grosso
AC · 2,07 · 1º de 27AL · 1,14 · 7º de 27AP · 2,03 · 2º de 27AM · 1,48 · 3º de 27BA · 0,97 · 13º de 27CE · 1,08 · 10º de 27DF · 0,68 · 18º de 27ES · 0,40 · 24º de 27GO · 0,40 · 24º de 27MA · 1,47 · 4º de 27MT · 0,30 · 27º de 27MS · 0,39 · 26º de 27MG · 0,71 · 17º de 27PA · 1,29 · 6º de 27PB · 0,89 · 16º de 27PR · 0,57 · 21º de 27PE · 0,90 · 15º de 27PI · 1,11 · 9º de 27RJ · 0,58 · 20º de 27RN · 1,00 · 11º de 27RS · 0,61 · 19º de 27RO · 0,98 · 12º de 27RR · 1,40 · 5º de 27SC · 0,41 · 23º de 27SP · 0,55 · 22º de 27SE · 1,13 · 8º de 27TO · 0,93 · 14º de 27
menormaior
  1. 1ºAC2,07
  2. 2ºAP2,03
  3. 3ºAM1,48
  4. 4ºMA1,47
  5. 5ºRR1,40
  6. 6ºPA1,29
  7. 7ºAL1,14
  8. 8ºSE1,13
  9. 9ºPI1,11
  10. 10ºCE1,08
  11. 11ºRN1,00
  12. 12ºRO0,98
  13. 13ºBA0,97
  14. 14ºTO0,93
  15. 15ºPE0,90
  16. 16ºPB0,89
  17. 17ºMG0,71
  18. 18ºDF0,68
  19. 19ºRS0,61
  20. 20ºRJ0,58
  21. 21ºPR0,57
  22. 22ºSP0,55
  23. 23ºSC0,41
  24. 24ºES0,40
  25. 24ºGO0,40
  26. 26ºMS0,39
  27. 27ºMT0,30

Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024 (cálculo do ALLFIN).

Infográfico: Doug Netz / ALLFIN. Dados consultados em 12/10/2026, com fonte e período em cada aba.

A pergunta que esta análise responde

Quantos filhos as brasileiras têm, em média, em cada estado, e como isso mudou desde 2000? A taxa de fecundidade por estado mostra o número médio de filhos que uma mulher teria ao fim da vida fértil, e é o indicador que o IBGE usa para acompanhar a reposição da população.

Resposta direta: em 2023, a taxa do Brasil era de 1,57 filhos por mulher, contra 2,32 em 2000. Entre os estados, ia de 1,39 no Rio de Janeiro a 2,26 em Roraima. Em 2000, 23 dos 27 estados tinham taxa de 2,10 ou mais; em 2023, só um (Roraima).

Metodologia e fontes

Os números vêm das Projeções da População do IBGE, Revisão 2024, na tabela de indicadores implícitos para o Brasil, as cinco grandes regiões e as 27 unidades da federação. A série anual vai de 2000 a 2023, o período com estimativa; os anos seguintes da tabela são projeção e não entram aqui. Consulta feita em 12 de outubro de 2026. Os valores foram arredondados para duas casas decimais.

O nível de reposição, de 2,1 filhos por mulher, é a referência usada na demografia para uma população se manter do mesmo tamanho sem contar a migração. O cálculo da queda desde 2000 (diferença entre a taxa de 2000 e a de 2023) é do ALLFIN.

Os dados, estado por estado

Esta seção traz só os números. A leitura vem depois, separada.

Taxa de fecundidade em 2023

As maiores taxas em 2023 eram as de Roraima (2,26), Mato Grosso (1,98) e Amazonas (1,96). As menores: Rio de Janeiro (1,39), Distrito Federal (1,47) e Bahia (1,47). Em 9 dos 27 estados a taxa estava abaixo da do Brasil (1,57).

O Brasil desde 2000

A taxa do país passou de 2,32 em 2000 para 1,75 em 2010 e para 1,57 em 2023. O menor valor da série foi o de 2023 (1,57). De 2020 a 2023, a taxa foi de 1,66 para 1,57.

As cinco regiões

Em 2023, a taxa era de 1,83 no Norte, 1,71 no Centro-Oeste, 1,56 no Nordeste, 1,56 no Sul e 1,48 no Sudeste. Em 2000, o Norte tinha 3,15 e o Sudeste, 2,06.

Quanto a taxa caiu em cada estado

As maiores quedas entre 2000 e 2023 foram as de Acre (2,07 filhos a menos por mulher), Amapá (2,03 filhos a menos por mulher) e Amazonas (1,48 filhos a menos por mulher). As menores: Mato Grosso (0,30), Mato Grosso do Sul (0,39) e Goiás (0,40).

Leitura dos dados

A partir daqui, leitura dos números acima, sem opinião.

As taxas de 2000 eram mais espalhadas do que as de 2023: de 1,97 a 3,98 entre os estados, contra 1,39 a 2,26 em 2023. Em geral, os estados que partiram de taxas mais altas tiveram as maiores quedas, e as taxas dos estados ficaram mais próximas umas das outras. Para quem acompanha escolas, saúde e aposentadorias, a taxa é um dos números que mostram o tamanho das próximas gerações; sobre o tema, veja também como funciona a previdência privada. Este texto não é recomendação de investimento.

Limitações

  • Os valores de 2000 a 2023 são estimativas demográficas do IBGE (Revisão 2024), não uma contagem direta de nascimentos; as séries anteriores a 2000 não estão nesta edição por estado, e por isso o gráfico começa em 2000.
  • A taxa de fecundidade total é uma média hipotética: mostra quantos filhos uma mulher teria ao fim da vida fértil se vivesse as taxas por idade daquele ano. Não é o número de filhos de cada mulher hoje.
  • Revisões das projeções mudam os números: a edição anterior (2018) trazia valores diferentes para os mesmos anos, e os desta análise são os da Revisão 2024.
  • O mapa não indica causa: o texto descreve os números e não explica por que a taxa é maior ou menor em cada lugar.
  • Filhos por mulher no Brasil desde 2000: O nível de reposição de 2,1 filhos por mulher é a referência usada na demografia para a população se manter estável, sem considerar migração.

Perguntas frequentes

O que é a taxa de fecundidade total?

É o número médio de filhos que uma mulher teria ao longo da vida fértil se, em cada idade, tivesse os filhos na proporção observada naquele ano. É um indicador de período, e não o número de filhos de cada mulher.

Qual estado tem a maior taxa de fecundidade?

Em 2023, Roraima, com 2,26 filhos por mulher. A menor era a do Rio de Janeiro, com 1,39.

Qual era a taxa de fecundidade do Brasil em 2000 e em 2023?

2,32 em 2000 e 1,57 em 2023, segundo as Projeções da População do IBGE, Revisão 2024.

O que é o nível de reposição?

É a taxa de 2,1 filhos por mulher, referência da demografia para a população se manter do mesmo tamanho sem contar a migração. Em 2023, só Roraima ficava nesse nível ou acima dele.

Infográfico com a taxa de fecundidade por estado em 2023, a série do Brasil e das regiões de 2000 a 2023 e a queda em cada estado

Doug Netz
Doug Netzhttps://allfin.com.br/sobre/
Doug Netz é a persona editorial do ALLFIN para análise de dados: números oficiais do Brasil e do mundo, explicados de forma simples.
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