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Pobreza no Brasil por estado: pobreza e extrema pobreza em 2024

Pobreza e extrema pobreza no Brasil, por estado

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Parcela da população na pobreza 2024

Percentual de pessoas com rendimento domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017), a linha de pobreza do Banco Mundial para países de renda média-alta.

45,9%Maior parcela: Acre
8,0%Menor parcela: Santa Catarina
23,1%Brasil
AC · 45,9% · 1º de 27AL · 40,9% · 4º de 27AP · 35,8% · 12º de 27AM · 39,2% · 6º de 27BA · 35,7% · 13º de 27CE · 43,3% · 3º de 27DF · 15,3% · 22º de 27ES · 18,6% · 17º de 27GO · 15,9% · 21º de 27MA · 45,8% · 2º de 27MT · 13,1% · 25º de 27MS · 17,5% · 19º de 27MG · 16,8% · 20º de 27PA · 38,6% · 7º de 27PB · 38,3% · 8º de 27PR · 13,7% · 24º de 27PE · 40,2% · 5º de 27PI · 37,3% · 10º de 27RJ · 17,9% · 18º de 27RN · 33,5% · 14º de 27RS · 11,1% · 26º de 27RO · 20,5% · 16º de 27RR · 37,6% · 9º de 27SC · 8,0% · 27º de 27SP · 14,0% · 23º de 27SE · 36,4% · 11º de 27TO · 23,9% · 15º de 27
menormaior
  1. 1ºAC45,9%
  2. 2ºMA45,8%
  3. 3ºCE43,3%
  4. 4ºAL40,9%
  5. 5ºPE40,2%
  6. 6ºAM39,2%
  7. 7ºPA38,6%
  8. 8ºPB38,3%
  9. 9ºRR37,6%
  10. 10ºPI37,3%
  11. 11ºSE36,4%
  12. 12ºAP35,8%
  13. 13ºBA35,7%
  14. 14ºRN33,5%
  15. 15ºTO23,9%
  16. 16ºRO20,5%
  17. 17ºES18,6%
  18. 18ºRJ17,9%
  19. 19ºMS17,5%
  20. 20ºMG16,8%
  21. 21ºGO15,9%
  22. 22ºDF15,3%
  23. 23ºSP14,0%
  24. 24ºPR13,7%
  25. 25ºMT13,1%
  26. 26ºRS11,1%
  27. 27ºSC8,0%

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores; diferenças pequenas entre estados não indicam, por si, diferença real. A renda inclui os benefícios de programas sociais.

Parcela da população na extrema pobreza 2024

Percentual de pessoas com rendimento domiciliar per capita abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017), a linha de extrema pobreza do Banco Mundial usada pelo IBGE na edição de 2025.

10,1%Maior parcela: Maranhão
1,2%Menor parcela: Santa Catarina
3,5%Brasil
AC · 7,6% · 3º de 27AL · 6,8% · 4º de 27AP · 3,9% · 14º de 27AM · 5,1% · 9º de 27BA · 5,7% · 7º de 27CE · 7,9% · 2º de 27DF · 1,7% · 21º de 27ES · 1,7% · 20º de 27GO · 1,6% · 24º de 27MA · 10,1% · 1º de 27MT · 1,6% · 23º de 27MS · 1,6% · 25º de 27MG · 2,2% · 18º de 27PA · 4,6% · 11º de 27PB · 4,7% · 10º de 27PR · 1,8% · 19º de 27PE · 6,2% · 6º de 27PI · 4,0% · 13º de 27RJ · 3,1% · 16º de 27RN · 5,2% · 8º de 27RS · 1,4% · 26º de 27RO · 1,7% · 22º de 27RR · 6,5% · 5º de 27SC · 1,2% · 27º de 27SP · 2,2% · 17º de 27SE · 4,5% · 12º de 27TO · 3,8% · 15º de 27
menormaior
  1. 1ºMA10,1%
  2. 2ºCE7,9%
  3. 3ºAC7,6%
  4. 4ºAL6,8%
  5. 5ºRR6,5%
  6. 6ºPE6,2%
  7. 7ºBA5,7%
  8. 8ºRN5,2%
  9. 9ºAM5,1%
  10. 10ºPB4,7%
  11. 11ºPA4,6%
  12. 12ºSE4,5%
  13. 13ºPI4,0%
  14. 14ºAP3,9%
  15. 15ºTO3,8%
  16. 16ºRJ3,1%
  17. 17ºSP2,2%
  18. 18ºMG2,2%
  19. 19ºPR1,8%
  20. 20ºES1,7%
  21. 21ºDF1,7%
  22. 22ºRO1,7%
  23. 23ºMT1,6%
  24. 24ºGO1,6%
  25. 25ºMS1,6%
  26. 26ºRS1,4%
  27. 27ºSC1,2%

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais.

Pobreza sem os benefícios sociais (simulação) 2024

Percentual de pessoas abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017) se fossem retirados do rendimento domiciliar os benefícios de programas sociais, como Bolsa Família e BPC.

53,5%Maior parcela: Maranhão
9,7%Menor parcela: Santa Catarina
28,7%Brasil
AC · 53,5% · 2º de 27AL · 48,4% · 6º de 27AP · 44,8% · 11º de 27AM · 48,8% · 5º de 27BA · 44,5% · 12º de 27CE · 51,9% · 3º de 27DF · 19,6% · 22º de 27ES · 23,5% · 17º de 27GO · 20,7% · 21º de 27MA · 53,5% · 1º de 27MT · 17,2% · 24º de 27MS · 23,2% · 18º de 27MG · 21,9% · 20º de 27PA · 49,1% · 4º de 27PB · 46,3% · 9º de 27PR · 17,4% · 23º de 27PE · 48,0% · 7º de 27PI · 47,1% · 8º de 27RJ · 22,5% · 19º de 27RN · 40,4% · 14º de 27RS · 14,7% · 26º de 27RO · 26,4% · 16º de 27RR · 46,2% · 10º de 27SC · 9,7% · 27º de 27SP · 17,1% · 25º de 27SE · 44,5% · 13º de 27TO · 31,6% · 15º de 27
menormaior
  1. 1ºMA53,5%
  2. 2ºAC53,5%
  3. 3ºCE51,9%
  4. 4ºPA49,1%
  5. 5ºAM48,8%
  6. 6ºAL48,4%
  7. 7ºPE48,0%
  8. 8ºPI47,1%
  9. 9ºPB46,3%
  10. 10ºRR46,2%
  11. 11ºAP44,8%
  12. 12ºBA44,5%
  13. 13ºSE44,5%
  14. 14ºRN40,4%
  15. 15ºTO31,6%
  16. 16ºRO26,4%
  17. 17ºES23,5%
  18. 18ºMS23,2%
  19. 19ºRJ22,5%
  20. 20ºMG21,9%
  21. 21ºGO20,7%
  22. 22ºDF19,6%
  23. 23ºPR17,4%
  24. 24ºMT17,2%
  25. 25ºSP17,1%
  26. 26ºRS14,7%
  27. 27ºSC9,7%

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). É um exercício simulado do IBGE: tira o benefício do rendimento e não considera como as famílias mudariam de comportamento sem ele.

Extrema pobreza por região 2024

Percentual de pessoas abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017) em cada Grande Região e no Brasil.

6,5%Maior: Nordeste
1,5%Menor: Sul
Nordeste6,5%Norte4,6%Brasil3,5%Sudeste2,3%Centro-Oeste1,6%Sul1,5%

Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024).

Extrema pobreza no mundo: o Brasil e os outros países 2018 a 2025, conforme o país

Percentual da população abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017) em cada país, no último ano disponível na plataforma do Banco Mundial.

78,9%Maior parcela: República Democrática do Congo
0,0%Menor parcela (empate entre 16 países): Tailândia
7,6%Média mundial (2024)
Fiji · 1,3% · 50º de 133Tanzânia · 45,0% · 9º de 133W. Sahara · sem dadoCanadá · 0,2% · 102º de 133Estados Unidos · 1,0% · 55º de 133Cazaquistão · 0,0% · 120º de 133Uzbequistão · 1,1% · 53º de 133Papua New Guinea · sem dadoIndonésia · 0,8% · 66º de 133Argentina · sem dadoChile · 0,4% · 88º de 133República Democrática do Congo · 78,9% · 1º de 133Somalia · sem dadoQuênia · 35,1% · 13º de 133Sudan · sem dadoChade · 30,9% · 16º de 133Haiti · sem dadoRepública Dominicana · 0,7% · 74º de 133Rússia · 0,1% · 109º de 133Bahamas · sem dadoFalkland Is. · sem dadoNoruega · 0,2% · 103º de 133Greenland · sem dadoFr. S. Antarctic Lands · sem dadoTimor-Leste · sem dadoÁfrica do Sul · 8,5% · 34º de 133Lesotho · sem dadoMéxico · 0,8% · 68º de 133Uruguai · 0,1% · 106º de 133Brasil · 2,0% · 46º de 133Bolívia · 1,3% · 51º de 133Peru · 2,8% · 42º de 133Colômbia · 5,4% · 36º de 133Panamá · 0,8% · 65º de 133Costa Rica · 0,4% · 79º de 133Nicaragua · sem dadoHonduras · 11,4% · 28º de 133El Salvador · 3,1% · 40º de 133Guatemala · 10,9% · 29º de 133Belize · 0,6% · 75º de 133Venezuela · sem dadoGuyana · sem dadoSuriname · 1,1% · 52º de 133França · 0,1% · 111º de 133Equador · 2,2% · 44º de 133Puerto Rico · sem dadoJamaica · 0,3% · 92º de 133Cuba · sem dadoZimbábue · 39,8% · 10º de 133Botswana · sem dadoNamibia · sem dadoSenegal · 9,9% · 33º de 133Mali · 20,9% · 24º de 133Mauritânia · 5,4% · 37º de 133Benin · 13,4% · 27º de 133Níger · 50,6% · 8º de 133Nigéria · 38,0% · 11º de 133Camarões · 23,0% · 23º de 133Togo · 26,6% · 18º de 133Ghana · sem dadoCosta do Marfim · 10,5% · 30º de 133Guiné · 13,8% · 26º de 133Guiné-Bissau · 26,0% · 20º de 133Liberia · sem dadoSerra Leoa · 26,1% · 19º de 133Burquina Faso · 25,3% · 21º de 133República Centro-Africana · 65,7% · 4º de 133Congo · sem dadoGabon · sem dadoGuiné Equatorial · 4,2% · 38º de 133Zâmbia · 64,4% · 5º de 133Malaui · 70,1% · 3º de 133Moçambique · 72,9% · 2º de 133eSwatini · sem dadoAngola · 31,1% · 15º de 133Burundi · 62,1% · 6º de 133Israel · 0,3% · 93º de 133Líbano · 0,3% · 90º de 133Madagascar · 52,3% · 7º de 133Territórios palestinos · 0,4% · 81º de 133Gâmbia · 17,2% · 25º de 133Tunísia · 0,2% · 97º de 133Algeria · sem dadoJordan · sem dadoEmirados Árabes Unidos · 0,0% · 124º de 133Qatar · sem dadoKuwait · sem dadoIraque · 0,1% · 106º de 133Oman · sem dadoVanuatu · 10,0% · 32º de 133Cambodia · sem dadoTailândia · 0,0% · 124º de 133Laos · 3,0% · 41º de 133Myanmar · sem dadoVietnã · 1,0% · 56º de 133North Korea · sem dadoCoreia do Sul · 0,1% · 108º de 133Mongólia · 0,2% · 100º de 133Índia · 1,0% · 54º de 133Bangladesh · 3,6% · 39º de 133Butão · 0,0% · 124º de 133Nepal · 0,4% · 85º de 133Paquistão · 10,3% · 31º de 133Afghanistan · sem dadoTadjiquistão · 1,9% · 47º de 133Quirguistão · 0,2% · 97º de 133Turkmenistan · sem dadoIrã · 0,4% · 81º de 133Síria · 26,9% · 17º de 133Armênia · 0,3% · 96º de 133Suécia · 0,7% · 71º de 133Bielorrússia · 0,0% · 124º de 133Ucrânia · 0,0% · 119º de 133Polônia · 0,2% · 97º de 133Áustria · 0,5% · 77º de 133Hungary · sem dadoMoldávia · 0,0% · 124º de 133Romênia · 0,6% · 75º de 133Lituânia · 0,9% · 61º de 133Letônia · 0,4% · 84º de 133Estônia · 0,3% · 94º de 133Alemanha · 0,7% · 72º de 133Bulgária · 0,8% · 69º de 133Grécia · 0,4% · 79º de 133Turquia · 0,1% · 115º de 133Albânia · 0,0% · 120º de 133Croácia · 0,2% · 101º de 133Suíça · 0,1% · 115º de 133Luxemburgo · 0,1% · 115º de 133Bélgica · 0,1% · 111º de 133Países Baixos · 0,1% · 111º de 133Portugal · 0,3% · 89º de 133Espanha · 0,7% · 73º de 133Irlanda · 0,1% · 111º de 133New Caledonia · sem dadoSolomon Is. · sem dadoNew Zealand · sem dadoAustrália · 0,8% · 67º de 133Sri Lanka · 1,0% · 56º de 133China · 0,0% · 124º de 133Taiwan · sem dadoItália · 0,9% · 62º de 133Dinamarca · 0,4% · 87º de 133Reino Unido · 0,4% · 83º de 133Islândia · 0,1% · 109º de 133Azerbaijan · sem dadoGeórgia · 1,7% · 48º de 133Filipinas · 1,6% · 49º de 133Malásia · 0,0% · 124º de 133Brunei · sem dadoEslovênia · 0,0% · 124º de 133Finlândia · 0,2% · 104º de 133Eslováquia · 0,3% · 95º de 133Tchéquia · 0,0% · 124º de 133Eritrea · sem dadoJapão · 0,9% · 58º de 133Paraguai · 0,9% · 62º de 133Yemen · sem dadoSaudi Arabia · sem dadoChipre · 0,0% · 123º de 133Morocco · sem dadoEgito · 0,9% · 58º de 133Libya · sem dadoEtiópia · 32,0% · 14º de 133Djibouti · sem dadoUganda · 35,8% · 12º de 133Ruanda · 24,2% · 22º de 133Bósnia e Herzegovina · 0,1% · 105º de 133Macedônia do Norte · 2,7% · 43º de 133Sérvia · 0,8% · 70º de 133Montenegro · 2,0% · 45º de 133Trinidad and Tobago · sem dadoS. Sudan · sem dado
menormaior
  1. 1ºRepública Democrática do Congo78,9%
  2. 2ºMoçambique72,9%
  3. 3ºMalaui70,1%
  4. 4ºRepública Centro-Africana65,7%
  5. 5ºZâmbia64,4%
  6. 6ºBurundi62,1%
  7. 7ºMadagascar52,3%
  8. 8ºNíger50,6%
  9. 9ºTanzânia45,0%
  10. 10ºZimbábue39,8%
  11. 11ºNigéria38,0%
  12. 12ºUganda35,8%
  13. 13ºQuênia35,1%
  14. 14ºEtiópia32,0%
  15. 15ºAngola31,1%
  16. 16ºChade30,9%
  17. 17ºSíria26,9%
  18. 18ºTogo26,6%
  19. 19ºSerra Leoa26,1%
  20. 20ºGuiné-Bissau26,0%
  21. 21ºBurquina Faso25,3%
  22. 22ºRuanda24,2%
  23. 23ºCamarões23,0%
  24. 24ºMali20,9%
  25. 25ºGâmbia17,2%
  26. 26ºGuiné13,8%
  27. 27ºBenin13,4%
  28. 28ºHonduras11,4%
  29. 29ºGuatemala10,9%
  30. 30ºCosta do Marfim10,5%
  31. 31ºPaquistão10,3%
  32. 32ºVanuatu10,0%
  33. 33ºSenegal9,9%
  34. 34ºÁfrica do Sul8,5%
  35. 35ºKosovo6,8%
  36. 36ºColômbia5,4%
  37. 37ºMauritânia5,4%
  38. 38ºGuiné Equatorial4,2%
  39. 39ºBangladesh3,6%
  40. 40ºEl Salvador3,1%
  41. 41ºLaos3,0%
  42. 42ºPeru2,8%
  43. 43ºMacedônia do Norte2,7%
  44. 44ºEquador2,2%
  45. 45ºMontenegro2,0%
  46. 46ºBrasil2,0%
  47. 47ºTadjiquistão1,9%
  48. 48ºGeórgia1,7%
  49. 49ºFilipinas1,6%
  50. 50ºFiji1,3%
  51. 51ºBolívia1,3%
  52. 52ºSuriname1,1%
  53. 53ºUzbequistão1,1%
  54. 54ºÍndia1,0%
  55. 55ºEstados Unidos1,0%
  56. 56ºSri Lanka1,0%
  57. 56ºVietnã1,0%
  58. 58ºComores0,9%
  59. 58ºEgito0,9%
  60. 58ºJapão0,9%
  61. 61ºLituânia0,9%
  62. 62ºItália0,9%
  63. 62ºParaguai0,9%
  64. 64ºIlhas Marshall0,9%
  65. 65ºPanamá0,8%
  66. 66ºIndonésia0,8%
  67. 67ºAustrália0,8%
  68. 68ºMéxico0,8%
  69. 69ºBulgária0,8%
  70. 70ºSérvia0,8%
  71. 71ºSuécia0,7%
  72. 72ºAlemanha0,7%
  73. 73ºEspanha0,7%
  74. 74ºRepública Dominicana0,7%
  75. 75ºBelize0,6%
  76. 75ºRomênia0,6%
  77. 77ºÁustria0,5%
  78. 78ºSeicheles0,5%
  79. 79ºCosta Rica0,4%
  80. 79ºGrécia0,4%
  81. 81ºIrã0,4%
  82. 81ºTerritórios palestinos0,4%
  83. 83ºReino Unido0,4%
  84. 84ºLetônia0,4%
  85. 85ºNepal0,4%
  86. 86ºMalta0,4%
  87. 87ºDinamarca0,4%
  88. 88ºChile0,4%
  89. 89ºPortugal0,3%
  90. 90ºGranada0,3%
  91. 90ºLíbano0,3%
  92. 92ºJamaica0,3%
  93. 93ºIsrael0,3%
  94. 94ºEstônia0,3%
  95. 95ºEslováquia0,3%
  96. 96ºArmênia0,3%
  97. 97ºQuirguistão0,2%
  98. 97ºPolônia0,2%
  99. 97ºTunísia0,2%
  100. 100ºMongólia0,2%
  101. 101ºCroácia0,2%
  102. 102ºCanadá0,2%
  103. 103ºNoruega0,2%
  104. 104ºFinlândia0,2%
  105. 105ºBósnia e Herzegovina0,1%
  106. 106ºIraque0,1%
  107. 106ºUruguai0,1%
  108. 108ºCoreia do Sul0,1%
  109. 109ºIslândia0,1%
  110. 109ºRússia0,1%
  111. 111ºBélgica0,1%
  112. 111ºFrança0,1%
  113. 111ºIrlanda0,1%
  114. 111ºPaíses Baixos0,1%
  115. 115ºSuíça0,1%
  116. 115ºLuxemburgo0,1%
  117. 115ºTurquia0,1%
  118. 118ºQuiribati0,0%
  119. 119ºUcrânia0,0%
  120. 120ºAlbânia0,0%
  121. 120ºCazaquistão0,0%
  122. 120ºTonga0,0%
  123. 123ºChipre0,0%
  124. 124ºEmirados Árabes Unidos0,0%
  125. 124ºBielorrússia0,0%
  126. 124ºButão0,0%
  127. 124ºChina0,0%
  128. 124ºTchéquia0,0%
  129. 124ºMoldávia0,0%
  130. 124ºMaldivas0,0%
  131. 124ºMalásia0,0%
  132. 124ºEslovênia0,0%
  133. 124ºTailândia0,0%

Fonte: Banco Mundial, Poverty and Inequality Platform (PIP). O ano muda de país para país. Alguns países medem a renda e outros o consumo, o que limita a comparação direta. Para o Brasil, o Banco Mundial mostra 2,0% em 2024, abaixo dos 3,5% do IBGE para o mesmo ano, porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda.

Infográfico: Doug Netz / ALLFIN. Dados consultados em 17/10/2026, com fonte e período em cada aba.

Pobreza no Brasil: a pergunta que esta análise responde

17 de outubro é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, data da ONU. Quanto da população vive na pobreza em cada estado brasileiro, e o que é pobreza e extrema pobreza nessa conta? Esta análise mostra a pobreza no Brasil por estado e por região, com o dado mais recente do IBGE (2024), e compara a extrema pobreza do país com a de outros países, segundo o Banco Mundial.

Resposta direta: em 2024, 23,1% dos brasileiros, cerca de 48,9 milhões de pessoas, tinham renda abaixo da linha de pobreza de US$ 6,85 por dia, e 3,5%, cerca de 7,4 milhões, abaixo da linha de extrema pobreza de US$ 2,15 por dia. A parcela na pobreza ia de 8,0% em Santa Catarina a 45,9% no Acre.

Qual é a diferença entre pobreza e extrema pobreza?

Nesta análise, as duas são medidas de renda. Pobreza é viver com renda domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia, a linha que o Banco Mundial usa para países de renda média-alta, como o Brasil. Extrema pobreza é viver com menos de US$ 2,15 por dia, a linha mais baixa. Quem está na extrema pobreza também está contado na pobreza. Os valores são em paridade de poder de compra (PPC) de 2017, uma conversão que ajusta a diferença de preços entre países, e não o dólar do dia.

Metodologia e fontes

Estados e regiões: os números vêm da Síntese de Indicadores Sociais 2025 do IBGE, publicada em dezembro de 2025, que usa a PNAD Contínua de 2024. As tabelas 2.18 e 2.20 trazem a proporção de pessoas abaixo de cada linha, por Grande Região e unidade da federação. O IBGE converte as linhas em reais com a taxa de R$ 2,3273771 por US$ 1,00 PPC e corrige pelo IPCA; a renda considerada é a domiciliar per capita. Foi a edição mais recente publicada na data da consulta.

Mundo: os números vêm da Poverty and Inequality Platform (PIP) do Banco Mundial, com a linha de US$ 2,15 por dia (PPC 2017), a mesma do IBGE, no último ano disponível de cada país (entre 2018 e 2025). Entram 133 países com estimativa nacional recente.

Os dados, estado a estado

Esta seção traz só os números. A leitura vem depois, separada.

Pobreza (menos de US$ 6,85 por dia)

Em 2024, as maiores parcelas da população na pobreza foram as de Acre (45,9%), Maranhão (45,8%) e Ceará (43,3%). As menores: Santa Catarina (8,0%), Rio Grande do Sul (11,1%) e Mato Grosso (13,1%). A média do país é de 23,1%, e 15 das 27 unidades da federação ficaram acima dela. Por região: Nordeste (39,4%), Norte (35,9%), Sudeste (15,6%), Centro-Oeste (15,4%) e Sul (11,2%).

Extrema pobreza (menos de US$ 2,15 por dia)

As maiores parcelas na extrema pobreza foram as de Maranhão (10,1%), Ceará (7,9%) e Acre (7,6%), e as menores, as de Santa Catarina (1,2%), Rio Grande do Sul (1,4%) e Mato Grosso do Sul (1,6%). A média do país é de 3,5%; 15 unidades ficaram acima dela. Por região: Nordeste (6,5%), Norte (4,6%), Sudeste (2,3%), Centro-Oeste (1,6%) e Sul (1,5%).

Com e sem os benefícios sociais

O IBGE faz também um exercício: retira do rendimento domiciliar os benefícios de programas sociais, como Bolsa Família e BPC (Benefício de Prestação Continuada). Nessa simulação, a parcela na pobreza do país passaria de 23,1% para 28,7%, e iria de 9,7% em Santa Catarina a 53,5% no Maranhão. A diferença entre os dois cenários vai de 1,7 pontos percentuais em Santa Catarina a 10,6 pontos percentuais no Pará.

Brasil no mundo

Na comparação do Banco Mundial, 7,6% da população mundial estava na extrema pobreza em 2024, cerca de 621 milhões de pessoas. Entre os 133 países do mapa, as maiores parcelas são as de República Democrática do Congo (78,9%), Moçambique (72,9%) e Malaui (70,1%). Para o Brasil, a plataforma mostra 2,0% em 2024, e o país fica na 46ª posição, com 45 países acima e 87 abaixo. 34 países têm parcela maior que a média mundial. O número do Banco Mundial para o Brasil é menor que o do IBGE (3,5%) porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda; use o do IBGE para comparar estados e o do Banco Mundial para comparar países.

Leitura dos dados

A partir daqui, leitura dos números acima, sem opinião.

Os extremos estaduais ficam longe um do outro. A parcela na pobreza no Acre é 5,8 vezes a de Santa Catarina, e na extrema pobreza a distância é maior: no Maranhão a parcela é 8,2 vezes a de Santa Catarina. Entre as 10 unidades com maior parcela na pobreza, todas estão no Norte ou no Nordeste; entre as 10 com menor parcela, todas estão no Sul, no Sudeste ou no Centro-Oeste.

Os benefícios sociais aparecem na diferença entre os dois cenários do IBGE: sem eles, a parcela na pobreza seria 5,5 pontos percentuais maior no país. A diferença é maior no Pará, no Piauí e no Amazonas e menor em Santa Catarina, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. O mapa não indica causa: o texto descreve os números e não explica por que cada estado tem mais ou menos pobreza.

Para outros recortes por estado, veja cinco indicadores por estado, a fome no mundo e no Brasil e o custo da cesta básica nas capitais. Este texto não é recomendação de investimento nem de voto.

Limitações

  • As linhas de US$ 6,85 e US$ 2,15 por dia são valores internacionais em paridade de poder de compra de 2017, convertidos em reais pelo IBGE (R$ 2,3273771 por US$ 1,00 PPC) e corrigidos pelo IPCA. Não são o valor em dólar do dia. O Banco Mundial atualizou as linhas em junho de 2025, para a base de preços de 2021 (US$ 3,00 e US$ 8,30); o IBGE explica que os dados desta edição já estavam processados e que adotará a atualização na edição seguinte. Esta análise mantém as linhas de 2017, e os números não são comparáveis aos da base nova.
  • Pobreza e extrema pobreza são medidas de renda: contam as pessoas cujo rendimento domiciliar per capita fica abaixo da linha. Não medem acesso a saúde, educação, moradia ou outros serviços.
  • Os dados são da PNAD Contínua, uma pesquisa por amostra, e têm margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais; a simulação sem esses benefícios é um exercício do IBGE. Para uma linha administrativa, a do Bolsa Família (até R$ 218 por mês em 2024), o IBGE encontrou 3,5% da população do país, valor que não é o da pessoa que recebe o programa.
  • Na comparação internacional, o último ano varia entre 2018 e 2025, e há países que medem renda e outros que medem consumo. O Banco Mundial só entra com os 133 países que têm dado nacional recente, e o mapa não indica causa.
  • Parcela da população na pobreza: Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores; diferenças pequenas entre estados não indicam, por si, diferença real. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
  • Parcela da população na extrema pobreza: Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
  • Pobreza sem os benefícios sociais (simulação): É um exercício simulado do IBGE: tira o benefício do rendimento e não considera como as famílias mudariam de comportamento sem ele.
  • Extrema pobreza no mundo: o Brasil e os outros países: O ano muda de país para país. Alguns países medem a renda e outros o consumo, o que limita a comparação direta. Para o Brasil, o Banco Mundial mostra 2,0% em 2024, abaixo dos 3,5% do IBGE para o mesmo ano, porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda.

Perguntas frequentes

Quantos brasileiros vivem na pobreza?

Em 2024, 23,1% da população, cerca de 48,9 milhões de pessoas, tinham renda domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017), segundo o IBGE.

Quantos brasileiros vivem na extrema pobreza?

Em 2024, 3,5%, cerca de 7,4 milhões de pessoas, com menos de US$ 2,15 por dia (PPC 2017).

Qual estado tem mais pobreza?

Em 2024, a maior parcela da população na pobreza foi a do Acre (45,9%), e a menor, a de Santa Catarina (8,0%). Na extrema pobreza, a maior foi a do Maranhão (10,1%).

Qual a diferença entre pobreza e extrema pobreza?

Pobreza é viver com menos de US$ 6,85 por dia; extrema pobreza, com menos de US$ 2,15 por dia, ambos em paridade de poder de compra de 2017. Quem está na extrema pobreza também está contado na pobreza.

Por que a linha é em dólares?

O Banco Mundial usa linhas internacionais para comparar países. O valor é em paridade de poder de compra, que ajusta as diferenças de preços, e o IBGE o converte em reais. Não é o dólar do dia.

Infográfico com a pobreza e a extrema pobreza por estado brasileiro, a pobreza sem os programas sociais, a extrema pobreza por região e o mapa-múndi da extrema pobreza

Doug Netz
Doug Netzhttps://allfin.com.br/sobre/
Doug Netz é a persona editorial do ALLFIN para análise de dados: números oficiais do Brasil e do mundo, explicados de forma simples.
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