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Encontrar meu domínio →IPCA de setembro por região e países da OCDE
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IPCA de setembro por região setembro de 2026
Variação dos preços em setembro, em cada região pesquisada pelo IBGE.
Fonte: IBGE, IPCA (SIDRA, tabela 7060). O IBGE pesquisa 10 regiões metropolitanas e 6 municípios (Brasília, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Aracaju e Rio Branco).
IPCA de setembro por grupo de gasto setembro de 2026
Variação dos preços em setembro nos nove grupos do IPCA, no Brasil.
Fonte: IBGE, IPCA (SIDRA, tabela 7060).
IPCA em 12 meses por região setembro de 2026
Variação dos preços acumulada nos 12 meses até setembro, em cada região.
Fonte: IBGE, IPCA (SIDRA, tabela 7060).
Inflação em 12 meses: Brasil e outros países agosto de 2026
Variação do índice de preços ao consumidor em 12 meses, países com dado da OCDE.
Fonte: OCDE, Consumer Price Indices (CPI). Cada país calcula o índice com a própria metodologia; o painel usa agosto de 2026 para todos, e o IPCA do Brasil em setembro é outro número (4,58%).
IPCA acumulado em 12 meses, Brasil set/25 a set/26
Variação dos preços nos 12 meses até cada mês.
Fonte: IBGE, IPCA (SIDRA, tabela 7060).
Infográfico: Doug Netz / ALLFIN. Dados consultados em 09/10/2026, com fonte e período em cada aba.
A pergunta que esta análise responde
Em qual região os preços mais subiram em setembro, o que pesou no mês e como a inflação do Brasil se compara à de outros países?
Resposta direta: o IPCA de setembro foi de 0,82% no Brasil e de 4,58% em 12 meses. Entre as 16 áreas pesquisadas pelo IBGE, a maior alta do mês foi em Grande Vitória (1,08%) e a menor, em Rio Branco (0,53%). O grupo que mais subiu foi Habitação (2,31%).
Metodologia e fontes
O IPCA, índice oficial de inflação do país, vem do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA), tabela 7060: variação mensal e acumulada em 12 meses, por área pesquisada e por grupo de gasto, e o peso de cada grupo. O valor de R$ 100 usa o número-índice do IPCA (tabela 1737). A inflação de outros países vem da base de preços ao consumidor da OCDE, em variação sobre o mesmo mês do ano anterior; o último mês publicado para quase todos os países é agosto de 2026. Dados consultados em 9 de outubro de 2026.
Os dados, região por região
Esta seção traz só os números. A leitura vem depois, separada.
Variação dos preços em setembro, por região
As maiores altas do mês foram em Grande Vitória (1,08%), Goiânia (1,07%) e Belo Horizonte (1,05%). As menores, em Rio Branco (0,53%), Aracaju (0,55%) e Fortaleza (0,57%). A média do Brasil ficou em 0,82%.
Variação em 12 meses, por região
No acumulado de 12 meses até setembro, as maiores variações foram em Goiânia (6,08%), Fortaleza (5,10%) e Porto Alegre (5,02%); as menores, em Curitiba (2,72%), Belém (4,01%) e Belo Horizonte (4,16%). No Brasil, 4,58%.
Os grupos de gasto
Em setembro, os grupos com maior variação foram Habitação (2,31%), Transportes (0,89%) e Alimentação e bebidas (0,83%). Os de menor variação: Educação (0,04%), Saúde e cuidados pessoais (0,08%) e Despesas pessoais (0,26%). Os grupos de maior peso no índice são Alimentação e bebidas (21,5%), Transportes (20,2%) e Habitação (15,3%). Em 12 meses, as maiores variações são as de Educação (5,95%), Despesas pessoais (5,90%) e Saúde e cuidados pessoais (5,75%).
O Brasil ao lado de outros países
Em agosto de 2026, a inflação em 12 meses no Brasil era de 4,22% segundo a OCDE. Entre os 12 países do painel, 3 tinham inflação anual maior que a do Brasil. Os maiores valores: Argentina (33,54%), Colômbia (6,24%) e Índia (4,96%). Os menores: China (0,80%), Israel (1,54%) e Alemanha (2,86%). O total da OCDE era de 4,27%.
Quanto R$ 100 de setembro de 2025 equivalem hoje
Com a variação do IPCA entre setembro de 2025 e setembro de 2026, o que custava R$ 100,00 um ano antes passou a custar R$ 104,58.
Leitura dos dados
A partir daqui, leitura dos números acima, sem opinião.
A região com maior alta no mês não é a mesma com maior alta em 12 meses: Grande Vitória lidera em setembro, e Goiânia no acumulado do ano. Isso acontece porque o mês mede um período curto, em que um grupo de gasto pode pesar mais numa região do que em outra, e o acumulado soma 12 desses movimentos. Os números não indicam a causa da diferença entre as regiões.
Para entender como a inflação se acumula no orçamento, veja como a inflação reduz o poder de compra. Este texto não é recomendação de investimento.
Limitações
- O IPCA mede a variação média dos preços para famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas pesquisadas; não é a inflação sentida por cada família.
- Os pesos dos grupos são médios para o Brasil; a cesta de consumo muda de uma região para outra.
- O IPCA e o índice de preços da OCDE seguem metodologias de cada país e podem não ser totalmente comparáveis.
- A OCDE ainda não publicou setembro para quase todos os países; por isso o painel internacional usa agosto de 2026.
- O painel internacional traz só os países com dado da OCDE disponível na data da consulta, e não todos os países da organização.
- IPCA de setembro por região: O IBGE pesquisa 10 regiões metropolitanas e 6 municípios (Brasília, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Aracaju e Rio Branco).
- Inflação em 12 meses: Brasil e outros países: Cada país calcula o índice com a própria metodologia; o painel usa agosto de 2026 para todos, e o IPCA do Brasil em setembro é outro número (4,58%).
Perguntas frequentes
Qual foi o IPCA de setembro?
0,82% no mês e 4,58% em 12 meses, segundo o IBGE.
Em qual região os preços mais subiram em setembro?
Em Grande Vitória, com 1,08%. A menor variação foi em Rio Branco, com 0,53%.
O que é o IPCA?
É o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE, a medida oficial da inflação no Brasil. Acompanha os preços de produtos e serviços consumidos por famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos.
Por que o painel de outros países usa agosto?
Porque a OCDE ainda não publicou setembro para quase todos os países. Para comparar o mesmo mês, todos aparecem em agosto de 2026.



