Pobreza e extrema pobreza no Brasil, por estado
Escolha a aba. Passe o mouse (ou toque) no mapa e nas linhas do ranking e nas barras. Laranja = pior posição relativa; verde = melhor; dourado = escala sem melhor ou pior.
Parcela da população na pobreza 2024
Percentual de pessoas com rendimento domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017), a linha de pobreza do Banco Mundial para países de renda média-alta.
- 1ºAC45,9%
- 2ºMA45,8%
- 3ºCE43,3%
- 4ºAL40,9%
- 5ºPE40,2%
- 6ºAM39,2%
- 7ºPA38,6%
- 8ºPB38,3%
- 9ºRR37,6%
- 10ºPI37,3%
- 11ºSE36,4%
- 12ºAP35,8%
- 13ºBA35,7%
- 14ºRN33,5%
- 15ºTO23,9%
- 16ºRO20,5%
- 17ºES18,6%
- 18ºRJ17,9%
- 19ºMS17,5%
- 20ºMG16,8%
- 21ºGO15,9%
- 22ºDF15,3%
- 23ºSP14,0%
- 24ºPR13,7%
- 25ºMT13,1%
- 26ºRS11,1%
- 27ºSC8,0%
Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores; diferenças pequenas entre estados não indicam, por si, diferença real. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
Parcela da população na extrema pobreza 2024
Percentual de pessoas com rendimento domiciliar per capita abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017), a linha de extrema pobreza do Banco Mundial usada pelo IBGE na edição de 2025.
- 1ºMA10,1%
- 2ºCE7,9%
- 3ºAC7,6%
- 4ºAL6,8%
- 5ºRR6,5%
- 6ºPE6,2%
- 7ºBA5,7%
- 8ºRN5,2%
- 9ºAM5,1%
- 10ºPB4,7%
- 11ºPA4,6%
- 12ºSE4,5%
- 13ºPI4,0%
- 14ºAP3,9%
- 15ºTO3,8%
- 16ºRJ3,1%
- 17ºSP2,2%
- 18ºMG2,2%
- 19ºPR1,8%
- 20ºES1,7%
- 21ºDF1,7%
- 22ºRO1,7%
- 23ºMT1,6%
- 24ºGO1,6%
- 25ºMS1,6%
- 26ºRS1,4%
- 27ºSC1,2%
Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
Pobreza sem os benefícios sociais (simulação) 2024
Percentual de pessoas abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017) se fossem retirados do rendimento domiciliar os benefícios de programas sociais, como Bolsa Família e BPC.
- 1ºMA53,5%
- 2ºAC53,5%
- 3ºCE51,9%
- 4ºPA49,1%
- 5ºAM48,8%
- 6ºAL48,4%
- 7ºPE48,0%
- 8ºPI47,1%
- 9ºPB46,3%
- 10ºRR46,2%
- 11ºAP44,8%
- 12ºBA44,5%
- 13ºSE44,5%
- 14ºRN40,4%
- 15ºTO31,6%
- 16ºRO26,4%
- 17ºES23,5%
- 18ºMS23,2%
- 19ºRJ22,5%
- 20ºMG21,9%
- 21ºGO20,7%
- 22ºDF19,6%
- 23ºPR17,4%
- 24ºMT17,2%
- 25ºSP17,1%
- 26ºRS14,7%
- 27ºSC9,7%
Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024). É um exercício simulado do IBGE: tira o benefício do rendimento e não considera como as famílias mudariam de comportamento sem ele.
Extrema pobreza por região 2024
Percentual de pessoas abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017) em cada Grande Região e no Brasil.
Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais 2025 (PNAD Contínua 2024).
Extrema pobreza no mundo: o Brasil e os outros países 2018 a 2025, conforme o país
Percentual da população abaixo de US$ 2,15 por dia (PPC 2017) em cada país, no último ano disponível na plataforma do Banco Mundial.
- 1ºRepública Democrática do Congo78,9%
- 2ºMoçambique72,9%
- 3ºMalaui70,1%
- 4ºRepública Centro-Africana65,7%
- 5ºZâmbia64,4%
- 6ºBurundi62,1%
- 7ºMadagascar52,3%
- 8ºNíger50,6%
- 9ºTanzânia45,0%
- 10ºZimbábue39,8%
- 11ºNigéria38,0%
- 12ºUganda35,8%
- 13ºQuênia35,1%
- 14ºEtiópia32,0%
- 15ºAngola31,1%
- 16ºChade30,9%
- 17ºSíria26,9%
- 18ºTogo26,6%
- 19ºSerra Leoa26,1%
- 20ºGuiné-Bissau26,0%
- 21ºBurquina Faso25,3%
- 22ºRuanda24,2%
- 23ºCamarões23,0%
- 24ºMali20,9%
- 25ºGâmbia17,2%
- 26ºGuiné13,8%
- 27ºBenin13,4%
- 28ºHonduras11,4%
- 29ºGuatemala10,9%
- 30ºCosta do Marfim10,5%
- 31ºPaquistão10,3%
- 32ºVanuatu10,0%
- 33ºSenegal9,9%
- 34ºÁfrica do Sul8,5%
- 35ºKosovo6,8%
- 36ºColômbia5,4%
- 37ºMauritânia5,4%
- 38ºGuiné Equatorial4,2%
- 39ºBangladesh3,6%
- 40ºEl Salvador3,1%
- 41ºLaos3,0%
- 42ºPeru2,8%
- 43ºMacedônia do Norte2,7%
- 44ºEquador2,2%
- 45ºMontenegro2,0%
- 46ºBrasil2,0%
- 47ºTadjiquistão1,9%
- 48ºGeórgia1,7%
- 49ºFilipinas1,6%
- 50ºFiji1,3%
- 51ºBolívia1,3%
- 52ºSuriname1,1%
- 53ºUzbequistão1,1%
- 54ºÍndia1,0%
- 55ºEstados Unidos1,0%
- 56ºSri Lanka1,0%
- 56ºVietnã1,0%
- 58ºComores0,9%
- 58ºEgito0,9%
- 58ºJapão0,9%
- 61ºLituânia0,9%
- 62ºItália0,9%
- 62ºParaguai0,9%
- 64ºIlhas Marshall0,9%
- 65ºPanamá0,8%
- 66ºIndonésia0,8%
- 67ºAustrália0,8%
- 68ºMéxico0,8%
- 69ºBulgária0,8%
- 70ºSérvia0,8%
- 71ºSuécia0,7%
- 72ºAlemanha0,7%
- 73ºEspanha0,7%
- 74ºRepública Dominicana0,7%
- 75ºBelize0,6%
- 75ºRomênia0,6%
- 77ºÁustria0,5%
- 78ºSeicheles0,5%
- 79ºCosta Rica0,4%
- 79ºGrécia0,4%
- 81ºIrã0,4%
- 81ºTerritórios palestinos0,4%
- 83ºReino Unido0,4%
- 84ºLetônia0,4%
- 85ºNepal0,4%
- 86ºMalta0,4%
- 87ºDinamarca0,4%
- 88ºChile0,4%
- 89ºPortugal0,3%
- 90ºGranada0,3%
- 90ºLíbano0,3%
- 92ºJamaica0,3%
- 93ºIsrael0,3%
- 94ºEstônia0,3%
- 95ºEslováquia0,3%
- 96ºArmênia0,3%
- 97ºQuirguistão0,2%
- 97ºPolônia0,2%
- 97ºTunísia0,2%
- 100ºMongólia0,2%
- 101ºCroácia0,2%
- 102ºCanadá0,2%
- 103ºNoruega0,2%
- 104ºFinlândia0,2%
- 105ºBósnia e Herzegovina0,1%
- 106ºIraque0,1%
- 106ºUruguai0,1%
- 108ºCoreia do Sul0,1%
- 109ºIslândia0,1%
- 109ºRússia0,1%
- 111ºBélgica0,1%
- 111ºFrança0,1%
- 111ºIrlanda0,1%
- 111ºPaíses Baixos0,1%
- 115ºSuíça0,1%
- 115ºLuxemburgo0,1%
- 115ºTurquia0,1%
- 118ºQuiribati0,0%
- 119ºUcrânia0,0%
- 120ºAlbânia0,0%
- 120ºCazaquistão0,0%
- 120ºTonga0,0%
- 123ºChipre0,0%
- 124ºEmirados Árabes Unidos0,0%
- 124ºBielorrússia0,0%
- 124ºButão0,0%
- 124ºChina0,0%
- 124ºTchéquia0,0%
- 124ºMoldávia0,0%
- 124ºMaldivas0,0%
- 124ºMalásia0,0%
- 124ºEslovênia0,0%
- 124ºTailândia0,0%
Fonte: Banco Mundial, Poverty and Inequality Platform (PIP). O ano muda de país para país. Alguns países medem a renda e outros o consumo, o que limita a comparação direta. Para o Brasil, o Banco Mundial mostra 2,0% em 2024, abaixo dos 3,5% do IBGE para o mesmo ano, porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda.
Infográfico: Doug Netz / ALLFIN. Dados consultados em 17/10/2026, com fonte e período em cada aba.
Pobreza no Brasil: a pergunta que esta análise responde
17 de outubro é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, data da ONU. Quanto da população vive na pobreza em cada estado brasileiro, e o que é pobreza e extrema pobreza nessa conta? Esta análise mostra a pobreza no Brasil por estado e por região, com o dado mais recente do IBGE (2024), e compara a extrema pobreza do país com a de outros países, segundo o Banco Mundial.
Resposta direta: em 2024, 23,1% dos brasileiros, cerca de 48,9 milhões de pessoas, tinham renda abaixo da linha de pobreza de US$ 6,85 por dia, e 3,5%, cerca de 7,4 milhões, abaixo da linha de extrema pobreza de US$ 2,15 por dia. A parcela na pobreza ia de 8,0% em Santa Catarina a 45,9% no Acre.
Qual é a diferença entre pobreza e extrema pobreza?
Nesta análise, as duas são medidas de renda. Pobreza é viver com renda domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia, a linha que o Banco Mundial usa para países de renda média-alta, como o Brasil. Extrema pobreza é viver com menos de US$ 2,15 por dia, a linha mais baixa. Quem está na extrema pobreza também está contado na pobreza. Os valores são em paridade de poder de compra (PPC) de 2017, uma conversão que ajusta a diferença de preços entre países, e não o dólar do dia.
Metodologia e fontes
Estados e regiões: os números vêm da Síntese de Indicadores Sociais 2025 do IBGE, publicada em dezembro de 2025, que usa a PNAD Contínua de 2024. As tabelas 2.18 e 2.20 trazem a proporção de pessoas abaixo de cada linha, por Grande Região e unidade da federação. O IBGE converte as linhas em reais com a taxa de R$ 2,3273771 por US$ 1,00 PPC e corrige pelo IPCA; a renda considerada é a domiciliar per capita. Foi a edição mais recente publicada na data da consulta.
Mundo: os números vêm da Poverty and Inequality Platform (PIP) do Banco Mundial, com a linha de US$ 2,15 por dia (PPC 2017), a mesma do IBGE, no último ano disponível de cada país (entre 2018 e 2025). Entram 133 países com estimativa nacional recente.
Os dados, estado a estado
Esta seção traz só os números. A leitura vem depois, separada.
Pobreza (menos de US$ 6,85 por dia)
Em 2024, as maiores parcelas da população na pobreza foram as de Acre (45,9%), Maranhão (45,8%) e Ceará (43,3%). As menores: Santa Catarina (8,0%), Rio Grande do Sul (11,1%) e Mato Grosso (13,1%). A média do país é de 23,1%, e 15 das 27 unidades da federação ficaram acima dela. Por região: Nordeste (39,4%), Norte (35,9%), Sudeste (15,6%), Centro-Oeste (15,4%) e Sul (11,2%).
Extrema pobreza (menos de US$ 2,15 por dia)
As maiores parcelas na extrema pobreza foram as de Maranhão (10,1%), Ceará (7,9%) e Acre (7,6%), e as menores, as de Santa Catarina (1,2%), Rio Grande do Sul (1,4%) e Mato Grosso do Sul (1,6%). A média do país é de 3,5%; 15 unidades ficaram acima dela. Por região: Nordeste (6,5%), Norte (4,6%), Sudeste (2,3%), Centro-Oeste (1,6%) e Sul (1,5%).
Com e sem os benefícios sociais
O IBGE faz também um exercício: retira do rendimento domiciliar os benefícios de programas sociais, como Bolsa Família e BPC (Benefício de Prestação Continuada). Nessa simulação, a parcela na pobreza do país passaria de 23,1% para 28,7%, e iria de 9,7% em Santa Catarina a 53,5% no Maranhão. A diferença entre os dois cenários vai de 1,7 pontos percentuais em Santa Catarina a 10,6 pontos percentuais no Pará.
Brasil no mundo
Na comparação do Banco Mundial, 7,6% da população mundial estava na extrema pobreza em 2024, cerca de 621 milhões de pessoas. Entre os 133 países do mapa, as maiores parcelas são as de República Democrática do Congo (78,9%), Moçambique (72,9%) e Malaui (70,1%). Para o Brasil, a plataforma mostra 2,0% em 2024, e o país fica na 46ª posição, com 45 países acima e 87 abaixo. 34 países têm parcela maior que a média mundial. O número do Banco Mundial para o Brasil é menor que o do IBGE (3,5%) porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda; use o do IBGE para comparar estados e o do Banco Mundial para comparar países.
Leitura dos dados
A partir daqui, leitura dos números acima, sem opinião.
Os extremos estaduais ficam longe um do outro. A parcela na pobreza no Acre é 5,8 vezes a de Santa Catarina, e na extrema pobreza a distância é maior: no Maranhão a parcela é 8,2 vezes a de Santa Catarina. Entre as 10 unidades com maior parcela na pobreza, todas estão no Norte ou no Nordeste; entre as 10 com menor parcela, todas estão no Sul, no Sudeste ou no Centro-Oeste.
Os benefícios sociais aparecem na diferença entre os dois cenários do IBGE: sem eles, a parcela na pobreza seria 5,5 pontos percentuais maior no país. A diferença é maior no Pará, no Piauí e no Amazonas e menor em Santa Catarina, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. O mapa não indica causa: o texto descreve os números e não explica por que cada estado tem mais ou menos pobreza.
Para outros recortes por estado, veja cinco indicadores por estado, a fome no mundo e no Brasil e o custo da cesta básica nas capitais. Este texto não é recomendação de investimento nem de voto.
Limitações
- As linhas de US$ 6,85 e US$ 2,15 por dia são valores internacionais em paridade de poder de compra de 2017, convertidos em reais pelo IBGE (R$ 2,3273771 por US$ 1,00 PPC) e corrigidos pelo IPCA. Não são o valor em dólar do dia. O Banco Mundial atualizou as linhas em junho de 2025, para a base de preços de 2021 (US$ 3,00 e US$ 8,30); o IBGE explica que os dados desta edição já estavam processados e que adotará a atualização na edição seguinte. Esta análise mantém as linhas de 2017, e os números não são comparáveis aos da base nova.
- Pobreza e extrema pobreza são medidas de renda: contam as pessoas cujo rendimento domiciliar per capita fica abaixo da linha. Não medem acesso a saúde, educação, moradia ou outros serviços.
- Os dados são da PNAD Contínua, uma pesquisa por amostra, e têm margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais; a simulação sem esses benefícios é um exercício do IBGE. Para uma linha administrativa, a do Bolsa Família (até R$ 218 por mês em 2024), o IBGE encontrou 3,5% da população do país, valor que não é o da pessoa que recebe o programa.
- Na comparação internacional, o último ano varia entre 2018 e 2025, e há países que medem renda e outros que medem consumo. O Banco Mundial só entra com os 133 países que têm dado nacional recente, e o mapa não indica causa.
- Parcela da população na pobreza: Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores; diferenças pequenas entre estados não indicam, por si, diferença real. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
- Parcela da população na extrema pobreza: Estimativa de pesquisa por amostra, com margem de erro maior nos estados menores. A renda inclui os benefícios de programas sociais.
- Pobreza sem os benefícios sociais (simulação): É um exercício simulado do IBGE: tira o benefício do rendimento e não considera como as famílias mudariam de comportamento sem ele.
- Extrema pobreza no mundo: o Brasil e os outros países: O ano muda de país para país. Alguns países medem a renda e outros o consumo, o que limita a comparação direta. Para o Brasil, o Banco Mundial mostra 2,0% em 2024, abaixo dos 3,5% do IBGE para o mesmo ano, porque cada um usa seus próprios ajustes de preços e de renda.
Perguntas frequentes
Quantos brasileiros vivem na pobreza?
Em 2024, 23,1% da população, cerca de 48,9 milhões de pessoas, tinham renda domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia (PPC 2017), segundo o IBGE.
Quantos brasileiros vivem na extrema pobreza?
Em 2024, 3,5%, cerca de 7,4 milhões de pessoas, com menos de US$ 2,15 por dia (PPC 2017).
Qual estado tem mais pobreza?
Em 2024, a maior parcela da população na pobreza foi a do Acre (45,9%), e a menor, a de Santa Catarina (8,0%). Na extrema pobreza, a maior foi a do Maranhão (10,1%).
Qual a diferença entre pobreza e extrema pobreza?
Pobreza é viver com menos de US$ 6,85 por dia; extrema pobreza, com menos de US$ 2,15 por dia, ambos em paridade de poder de compra de 2017. Quem está na extrema pobreza também está contado na pobreza.
Por que a linha é em dólares?
O Banco Mundial usa linhas internacionais para comparar países. O valor é em paridade de poder de compra, que ajusta as diferenças de preços, e o IBGE o converte em reais. Não é o dólar do dia.



