Taxa de fecundidade por estado, de 2000 a 2023
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Filhos por mulher em cada estado 2023
Taxa de fecundidade total: número médio de filhos que uma mulher teria ao fim da vida fértil.
- 1ºRR2,26
- 2ºMT1,98
- 3ºAM1,96
- 4ºAP1,94
- 5ºAC1,91
- 6ºTO1,87
- 7ºMS1,85
- 8ºAL1,79
- 9ºRO1,73
- 9ºPA1,73
- 11ºES1,72
- 12ºMA1,68
- 13ºPB1,62
- 13ºGO1,62
- 15ºPI1,61
- 16ºPR1,59
- 17ºSC1,58
- 18ºSE1,57
- 19ºPE1,56
- 20ºCE1,51
- 20ºRS1,51
- 22ºRN1,48
- 22ºMG1,48
- 22ºSP1,48
- 25ºBA1,47
- 25ºDF1,47
- 27ºRJ1,39
Filhos por mulher no Brasil desde 2000 2000 a 2023
Taxa de fecundidade total do Brasil, do estado com a maior taxa em 2023 e do estado com a menor.
Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024. O nível de reposição de 2,1 filhos por mulher é a referência usada na demografia para a população se manter estável, sem considerar migração.
Filhos por mulher em cada região 2000 a 2023
Taxa de fecundidade total das cinco grandes regiões.
Quanto a taxa caiu desde 2000 2000 a 2023
Diferença, em filhos por mulher, entre a taxa de 2000 e a de 2023 em cada estado.
- 1ºAC2,07
- 2ºAP2,03
- 3ºAM1,48
- 4ºMA1,47
- 5ºRR1,40
- 6ºPA1,29
- 7ºAL1,14
- 8ºSE1,13
- 9ºPI1,11
- 10ºCE1,08
- 11ºRN1,00
- 12ºRO0,98
- 13ºBA0,97
- 14ºTO0,93
- 15ºPE0,90
- 16ºPB0,89
- 17ºMG0,71
- 18ºDF0,68
- 19ºRS0,61
- 20ºRJ0,58
- 21ºPR0,57
- 22ºSP0,55
- 23ºSC0,41
- 24ºES0,40
- 24ºGO0,40
- 26ºMS0,39
- 27ºMT0,30
Fonte: IBGE, Projeções da População, Revisão 2024 (cálculo do ALLFIN).
Infográfico: Doug Netz / ALLFIN. Dados consultados em 12/10/2026, com fonte e período em cada aba.
A pergunta que esta análise responde
Quantos filhos as brasileiras têm, em média, em cada estado, e como isso mudou desde 2000? A taxa de fecundidade por estado mostra o número médio de filhos que uma mulher teria ao fim da vida fértil, e é o indicador que o IBGE usa para acompanhar a reposição da população.
Resposta direta: em 2023, a taxa do Brasil era de 1,57 filhos por mulher, contra 2,32 em 2000. Entre os estados, ia de 1,39 no Rio de Janeiro a 2,26 em Roraima. Em 2000, 23 dos 27 estados tinham taxa de 2,10 ou mais; em 2023, só um (Roraima).
Metodologia e fontes
Os números vêm das Projeções da População do IBGE, Revisão 2024, na tabela de indicadores implícitos para o Brasil, as cinco grandes regiões e as 27 unidades da federação. A série anual vai de 2000 a 2023, o período com estimativa; os anos seguintes da tabela são projeção e não entram aqui. Consulta feita em 12 de outubro de 2026. Os valores foram arredondados para duas casas decimais.
O nível de reposição, de 2,1 filhos por mulher, é a referência usada na demografia para uma população se manter do mesmo tamanho sem contar a migração. O cálculo da queda desde 2000 (diferença entre a taxa de 2000 e a de 2023) é do ALLFIN.
Os dados, estado por estado
Esta seção traz só os números. A leitura vem depois, separada.
Taxa de fecundidade em 2023
As maiores taxas em 2023 eram as de Roraima (2,26), Mato Grosso (1,98) e Amazonas (1,96). As menores: Rio de Janeiro (1,39), Distrito Federal (1,47) e Bahia (1,47). Em 9 dos 27 estados a taxa estava abaixo da do Brasil (1,57).
O Brasil desde 2000
A taxa do país passou de 2,32 em 2000 para 1,75 em 2010 e para 1,57 em 2023. O menor valor da série foi o de 2023 (1,57). De 2020 a 2023, a taxa foi de 1,66 para 1,57.
As cinco regiões
Em 2023, a taxa era de 1,83 no Norte, 1,71 no Centro-Oeste, 1,56 no Nordeste, 1,56 no Sul e 1,48 no Sudeste. Em 2000, o Norte tinha 3,15 e o Sudeste, 2,06.
Quanto a taxa caiu em cada estado
As maiores quedas entre 2000 e 2023 foram as de Acre (2,07 filhos a menos por mulher), Amapá (2,03 filhos a menos por mulher) e Amazonas (1,48 filhos a menos por mulher). As menores: Mato Grosso (0,30), Mato Grosso do Sul (0,39) e Goiás (0,40).
Leitura dos dados
A partir daqui, leitura dos números acima, sem opinião.
As taxas de 2000 eram mais espalhadas do que as de 2023: de 1,97 a 3,98 entre os estados, contra 1,39 a 2,26 em 2023. Em geral, os estados que partiram de taxas mais altas tiveram as maiores quedas, e as taxas dos estados ficaram mais próximas umas das outras. Para quem acompanha escolas, saúde e aposentadorias, a taxa é um dos números que mostram o tamanho das próximas gerações; sobre o tema, veja também como funciona a previdência privada. Este texto não é recomendação de investimento.
Limitações
- Os valores de 2000 a 2023 são estimativas demográficas do IBGE (Revisão 2024), não uma contagem direta de nascimentos; as séries anteriores a 2000 não estão nesta edição por estado, e por isso o gráfico começa em 2000.
- A taxa de fecundidade total é uma média hipotética: mostra quantos filhos uma mulher teria ao fim da vida fértil se vivesse as taxas por idade daquele ano. Não é o número de filhos de cada mulher hoje.
- Revisões das projeções mudam os números: a edição anterior (2018) trazia valores diferentes para os mesmos anos, e os desta análise são os da Revisão 2024.
- O mapa não indica causa: o texto descreve os números e não explica por que a taxa é maior ou menor em cada lugar.
- Filhos por mulher no Brasil desde 2000: O nível de reposição de 2,1 filhos por mulher é a referência usada na demografia para a população se manter estável, sem considerar migração.
Perguntas frequentes
O que é a taxa de fecundidade total?
É o número médio de filhos que uma mulher teria ao longo da vida fértil se, em cada idade, tivesse os filhos na proporção observada naquele ano. É um indicador de período, e não o número de filhos de cada mulher.
Qual estado tem a maior taxa de fecundidade?
Em 2023, Roraima, com 2,26 filhos por mulher. A menor era a do Rio de Janeiro, com 1,39.
Qual era a taxa de fecundidade do Brasil em 2000 e em 2023?
2,32 em 2000 e 1,57 em 2023, segundo as Projeções da População do IBGE, Revisão 2024.
O que é o nível de reposição?
É a taxa de 2,1 filhos por mulher, referência da demografia para a população se manter do mesmo tamanho sem contar a migração. Em 2023, só Roraima ficava nesse nível ou acima dele.



